quinta-feira, 19 de março de 2015

50 PHOTO ICONS, A história por detrás da imagem - Foto 1 - Thomas Hoepker

Você já parou para pensar na evolução da imagem? ...

Hoje, qualquer pessoa com um dispositivo móvel é capaz de capturar os mais variados tipos de imagens e imediatamente compartilharem com outras milhares ao redor do mundo. Surreal, não é mesmo?

Me lembro perfeitamente, em 2001 - 14 anos atrás (recente, não?) - estava num intercâmbio em Londres sem celular, muito menos um que tivesse uma câmera fotográfica embutida e muito menos ainda que pudesse compartilhar com os amigos e familiares as fotos tiradas daquele exato instante. Fui para lá com uma máquina simples, daquelas que colocava rolo de filme, lembram?!  O ângulo tinha que ser bem escolhido para não "gastar o filme", porque custava caro e ainda tinha que revelar. Aliás, esta viagem à Londres foi a última vez em que me dediquei a montar um álbum fotográfico, com todas as fotos reveladas e lembranças dos lugares visitados. Uma pena, porque agora os álbuns são só virtuais, sempre esqueço de revelar.

Pouco tempo depois, minha mãe comprou a nossa primeira máquina digital (Uauu), sensacional, que tecnologia! Podia tirar quantas fotos quisesse, sem me preocupar em "gastar o filme" e depois era só baixar no computador. E desde então essa evolução vem nos surpreendendo a cada dia.
Claro que este breve relato é referente a minha experiência com uma máquina fotográfica na mão diante dessa revolução que é o mundo tecnológico e virtual. E então comecei a me questionar: e antes de 2001, muito antes, como as imagens eram capturadas? Quando isso começou? Quem foram as pessoas que tiraram aquelas fotos icônicas que rodaram o mundo? Onde eles estavam? Por que escolheram aquele momento? São tantas as perguntas, são vários rolos de filmes e muita história para contar.

Há pouco tempo ganhei um livro que me despertou essa curiosidade - 50 PHOTO ICONS, The Story Behind the Pictures - publicado pela Taschen e organizado pelo autor Hans-Michael Koetzle, um escritor, curador e historiador de fotografia.

Resolvi responder às minhas perguntas compartilhando as descobertas que este livro me trará, tenho certeza que serão prazeirosas e reveladoras.

Este livro apresenta fotos ícones ao longo de 180 anos, em ordem cronológica, à partir de 1827 até 2001. E que de certa forma contribuíram na evolução da arte da fotografia, seja pela tecnologia, estética ou relevância social.

Iremos mergulhar na história por detrás da imagem, fantástico, não é mesmo?!

Estou ansiosa, vamos começar?

Analisando o livro, sob a minha ótica, preferi começar pela mais atual, que é o que estamos acostumados a ver para então entender as mais antigas. Afinal de contas, muita coisa mudou em 180 anos.

Gostaria de ressaltar que não sou fotógrafa profissional e nem historiadora, mas sou muito curiosa e isso é o que me motiva. Ficarei mais do que feliz e grata em receber contribuições que enriqueçam a nossa aventura.

Foto: View of Manhattan from Williamsburg, Brooklyn
Autor: Thomas Hoepker
Data: 11 de setembro de 2001



Esta data dispensa comentários, foi um dos eventos mais falados, documentados, transmitidos e fotografados do século 21, até o momento. O 11 de setembro está na memória de todos, qualquer pessoa que você perguntar o que estava fazendo na hora do ataque irá com certeza se lembrar. Eu por exemplo, estava voltando do trabalho onde era estagiária de uma cia. aérea num aeroporto, ouvindo o rádio e não conseguia acreditar no que estava sendo anunciado.

O fato é que esta data foi um divisor de águas na era da tecnologia e transmissão, porque o mundo ainda estava assistindo as notícias relativas ao primeiro ataque, quando presenciaram ao vivo o segundo ataque. Os terroristas previram essa audiência estratosférica e conseguiram o feito. Todos os meios de comunicação queriam mostrar aquela atrocidade, foi uma enxurrada de vídeos e fotos. Amadores e profissionais do fotojornalismo correram às ruas para capturar qualquer imagem que fosse, incluindo esta que vemos de Thomas Hoepker, umas das mais perturbadoras.

Thomas Hoepker é alemão e mora em Nova Iorque desde 1989, trabalhou muitos anos para a revista alemã Stern como fotojornalista e é membro da Magnum - cooperativa de fotógrafos de vários lugares do mundo que cobriram várias acontecimentos históricos à partir do século 20.

"Eu tinha acabado de sentar para tomar café da manhã quando o telefone tocou, era a diretora editorial da Magnum (Rebecca Ames), estava me ligando cerca de 5 minutos depois do primeiro avião atingir as torres gêmeas. Ela morava no Brooklyn e acabara de ver a fumaça pela sua janela. Ela estava apavorada.  De certa forma não consegui acreditar no que ela me disse. Liguei a televisão e quando vi as imagens me dei conta do quão real era. Virei testemunha do segundo ataque e por um momento me senti totalmente impotente, não sabia o que fazer, sentei em estado de choque e pensei, o que fazer agora? Apesar de ser um fotojornalista e querer correr para a rua tirar fotos, não pude deixar de pensar que era errado e não era o momento de fazer aquilo, era tudo tão horroroso. Vendo que a televisão monopolizava a transmissão ao vivo, o que eu faria na rua com uma máquina 35 mm para registrar imagens paradas? Mas o profissional dentro de mim falou mais alto e me dei conta que era preciso fazer algo, eu precisava sair e tirar fotos."

O metrô já não estava mais funcionando, o carro era a única opção, porém já era sabido que seria praticamente impossível chegar até o centro de Manhattan. Ele decidiu atravessar a Ponte de Queensboro, o que na verdade era um erro porque não conseguiria chegar até lá. A maioria de suas fotos foram tiradas do Brooklyn e andando pela Ponte de Manhattan. Thomas Hoepker se tornou uma relutante testemunha à distância do 11 de setembro.

Esta foto dos jovens americanos conversando e relaxando com as Torres Gêmeas queimando e desmoronando ao fundo se tornou uma das fotos mais conhecidas de Thomas Hoepker. Porém esta foto não foi imediatamente publicada nos livros e revistas daquele ano. Na verdade, o fotógrafo relutou em tornar esta foto pública porque sabia que seria alvo de críticas, a contradição estampada na imagem, do apocalipse acontecendo e o momento de relax em que estavam estes jovens.

Mas o que Thomas Hoepker estava tentando retratar através dessa imagem é a grande loteria que é vida, conhecida como destino, que garante que diferentes coisas aconteçam ao mesmo tempo por razões que são difíceis de compreender. E o grande desastre dessa tragédia distante é a certeza de que de algum lugar confortável, a sociedade da mídia moderna, tem na desgraça do outro um aterrorizante estimulador de emoções para o consumo dessas imagens. Perturbador, não é mesmo?

Outras fotos de Thomas Hoepker no 11 de setembro:








Este livro pode ser adquirido aqui:

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Porta retrato: o [SER] humano

 "O que acontece é que, simplesmente, nada me atrai tanto quanto explorar o mundo com uma câmera na mão."              [Steve McCurry]

Quando resolvi escrever este post, fiquei pensando como iria iniciá-lo. São tantas frases que me vêm à cabeça, assim como as imagens incríveis que quero compartilhar no blog. A citação acima é perfeita porque define um momento na minha vida, quando uma semente foi plantada ao adquirir minha primeira câmera semi profissional. Dali em diante o amadorismo fotográfico foi tomando espaço e as descobertas acontecendo. 

Descobri que é preciso ser paciente, se quiser capturar o melhor momento, descobri, que é necessário ser acurado se quiser capturar o melhor ângulo e descobri, que há um mundo de belezas que nossos olhos, muitas vezes, não estão prontos para ver. Mas ao pegar uma câmera na mão e com apenas um dos olhos observar através do visor, algo fantástico se revela e então descobri a sensibilidade de um olhar, do que está a nossa volta e não conseguimos enxergar. 

Aos poucos fui me interessando pela arte da fotografia e brincando mais com as lentes da minha câmera. Hoje, ela é a minha melhor companheira de viagem e com ela trago para casa centenas de imagens. Simplesmente curto cada momento e sei exatamente o que senti quando me posicionei para capturar cada foto. 

Numa dessas viagens, parei numa livraria e comecei a buscar algum livro de fotografia interessante, não sabia exatamente o quê, acho que foi o livro que me achou. Ele era pequeno, mas a sua capa me seduziu imediatamente, também pudera, a imagem é um ícone da fotografia mundial. Foi então que conheci o Steve McCurry, mestre da fotografia e fotógrafo da National Geographic.


Certamente você já a viu, "a menina afegã", seu retrato foi feito em um campo de refugiados no Paquistão em 1984, ela jamais havia sido fotografada. Em 2002, ele conseguiu reencontrá-la em Peshawar, no Paquistão, e foi então que o mundo soube seu nome: Sharbat Gula.

Dedique alguns minutos do seu tempo e acesse o site: [stevemccurry.com], no meu ponto de vista ele é um cara que sabe revelar através da lente da câmera a sensibilidade do seu olhar e mostrar para o mundo, o ser humano, na sua diversidade. Em cada rosto há uma expressão onde é possível enxergar sua essência cultural e isso é simplesmente fantástico. Nem só de pontos turístico se faz uma viagem, mas sim do seu povo e tradições, que é a tradução de cada lugar, o que o faz ser diferente e peculiar.

Neste livro, ele reuniu cerca de 250 fotos, ao estilo porta retrato, dos rostos até então desconhecidos dessas pessoas. Vejam as incríveis diferenças e semelhanças que temos entre nós em algumas dessas fotos:






Steve McCurry é um fotógrafo estadunidense, nascido em 23 de abril de 1960. 
"Como fotógrafo, não posso me dar ao luxo de desviar o olhar. Não posso antecipar o que vou fazer e editar o que vejo. Minha tarefa é captar tudo, até o mais difícil. Minha intenção é obter imagens dotadas de sentido – e, com isso, dar sentido à minha própria vida."




O livro Steve McCurry: Portraits está disponível no site da amazon.com


segunda-feira, 13 de outubro de 2014

BARBECOA, um lugar para comer rezando!

   Em recente viagem à Londres, na noite anterior a minha volta, estava procurando algumas opções de restaurantes indicados pelo Guia Michelin. Já havia decidido, porém tinha a sensação que estava  faltando saborear algo especial. Eis que surge na minha frente a imagem do Jamie Oliver e no mesmo instante pensei: "não me perdoaria se tivesse ido embora sem conhecer um de seus restaurantes".
   O próximo passo foi acessar o site [jamieoliver.com/restaurants] e verificar disponibilidade de reserva. Tentei o Jamie´s Italian Restaurant em Covent Garden, mas estava lotado e na sequência entrei no site do Barbacoa, restaurante de carnes, ao lado da St. Paul´s Cathedral [www.stpauls.co.uk] e por sorte consegui. Fui de metrô até a estação St. Paul´s,  e em 5 min à pé, estava no restaurante.


   A recepção foi ótima e fui direcionada à minha mesa, quando cheguei à ela quase me ajoelhei e comecei a rezar. O trocadilho aqui faz todo o sentido, já que a vista é sensacional, a famosa cúpula da catedral iluminada bem ao meu lado.
   Foi difícil escolher diante de um cardápio com opções tão saborosas. Mas me permiti experimentar um menu completo / three course menu (entrada, prato principal e sobremesa) e claro, vinho tinto para acompanhar essa profusão de sabores.

                                                                                                      @nvictorino

   A entrada foi uma deliciosa tábua de pato defumado com molho a base de xarope de maple, cerejas marrasquino e nóz de pecan torrada. Para o prato principal escolhi um fillet com molho beárnaise (sensacional) e salada de agrião e para finalizar um cheesecake de pasta de amendoim com cerejas negras, pedaços de amendoim e sorvete de cereja negra. Realmente, é ou não é de se comer rezando?!

Confesso: cometi o pecado da Gula e com muito prazer!!!!

   É um restaurante com valores coerentes para o que oferece, os pratos principais variam entre R$ 75,00 a R$ 290,00 - que servem desde 01 a 02 pessoas. (câmbio do dia: R$ 3,90 - Libra esterlina)

  Tente não cair em tentação com as imagens abaixo:

                                                                                                                 @nvictorino

Acho melhor você começar a rezar, ou melhor, programar sua viagem à Londres.

                                                   


Barbecoa Restaurant: 20 New Change Passage, Londres (Reino Unido)
Segunda a Sexta: 11:30 às 23:00
Sábado: 12:00 às 23:00
Domingo: 12:00 às 22:00

St. Paul´s Cathedral: St. Paul's Churchyard, Londres (Reino Unido)
Segunda a Sábado: 8:30 às 16:00
Domingo: fechado

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Exploração sustentável - BIKE RIO

The best way to explore somewhere!!

Quem visitou o Rio de Janeiro nos últimos tempos reparou que a cidade está cheia de pessoas passeando com as "laranjinhas". O Bike Rio é um projeto de sustentabilidade muito bacana, da Prefeitura do Rio de Janeiro em parceria com o Banco Itaú e o sistema de bicicletas SAMBA. São 60 estações e 600 bicicletas, distribuídas nos bairros de Copacabana, Ipanema, Leblon, Lagoa, Jardim Botânico, Gávea, Botafogo, Urca, Flamengo e Centro. Além de fazer sucesso com os turistas, os cariocas aderiram ao projeto não só para os dias de passeios, mas também como meio de locomoção alternativo em meio ao caos diário que se chama mobilidade urbana.

Para ter acesso ao uso das "laranjinhas" você deve fazer um cadastro no site www.mobilicidade.com.br/bikerio.asp, todas as informações necessárias estão lá. Ou você pode baixar gratuitamente o aplicativo no seu celular e administrar o aluguel das bikes na "palma da mão". Será necessário fornecer um cartão de crédito para poder comprar os passes que dão direito ao uso. Faça o cadastro com antecedência e quando for escolher uma bicicleta certifique-se do funcionamento do freio e demais itens importantes (infelizmente algumas pessoas fazem mau uso).

A diversão é garantida, o passeio é prazeroso e a paisagem, espetacular, ainda mais num final de tarde. O dia em que resolvi explorar a cidade e conhecer melhor esse serviço, era feriado de junho e bem no meio da Copa do Mundo, imagina como a cidade e o trânsito estavam. Foi a melhor opção e não tive nenhum contratempo. O trajeto escolhido foi o início da Praia de Ipanema até o final da Praia de Copacabana, retornando ao ponto de partida. O melhor de tudo é que se você quiser parar para visitar algum local, você pode procurar uma das estações com posições livres e guardar a bicicleta e retirar novamente na mesma ou em outra estação, quantas vezes quiser. Para isso, o aplicativo no celular é muito útil, ele atualiza todas as estações próximas à sua localização com posições e bicicletas disponíveis. 


O que achou?! "Vambora" pedalar?! Iniciativa bacana né, como diz o slogan da campanha do Itaú #issomudaomundo, faça sua parte e colabore com o meio ambiente e a sua saúde. 



terça-feira, 19 de novembro de 2013

O que me encanta...me faz viver!!

Sou formada em Turismo & Hotelaria, atuei por 10 anos na área, destes, 04 foram com minha agência de viagens. Lá fiz amigos e conquistei clientes, mas o mais gratificante, participei na realização de alguns sonhos. O destino quis que eu parasse por um momento para viver novas experiências e uma delas foi a minha ida para a Alemanha, onde morei por 06 meses. Lá descobri uma outra paixão, a fotografia (amadora, é claro). Hoje trabalho com marketing, outra descoberta prazerosa.
Desde então venho pensando em como juntar todas essas nuances que despertam a minha curiosidade. Durante essa mudança de país, em 2011, resolvi criar um blog que une cultura, história, atualidades gastronomia, moda e arte à viagens....foi então que surgiu o "Meu Mundo No Seu". Ele ficou parado, adormecido...mas uma reviravolta na vida e um novo olhar me fizeram querer revivê-lo e eis que ele ressurge, amadurecendo junto comigo. Quero compartilhar essas paixões, pelo meu jeito de ver o que me encanta, me faz querer viver, me faz querer ser feliz...serão as folhas soltas que começo a rabiscar...serão as coisas simples que a vida nos dá...serão as surpresas que quero reencontrar. Vem comigo??!!!

Sigam no Instagram @meumundo_noseu por @nvictorino


quarta-feira, 8 de junho de 2011

Vale do Reno (Rheintal)

Os celtas o chamavam de Renos, os romanos de Rhenus e as tribos germânicas de Rhein. A fonte desse rio, de 1.320km de extensão fica na Suiça, de onde parte para atravessar Liechtenstein, Alemanha, Luxemburgo e Holanda. Os alemães se consideram os "donos" do rio, que figura em várias de suas lendas.

Foi assim, que no último dia de viagem encerramos nosso passeio, percorrendo parte do Reno de carro, na margem ao seu lado. Saímos de Mainz e fomos até Koblenz, indescritível a paisagem que se tem desse pedaço da Alemanha, lindíssimo. Esse percurso pode ser feito de barco, de trem ou de carro. O carro te dá a mobilidade de parar nas vilas e permanecer o tempo que for necessário, o barco te dá uma visão única e de trem você aprecia a paisagem da janela.

Há várias vilas, ruinas e castelos ao longo do percurso, mas como nosso tempo era curto, escolhemos apenas 01 das vilas para fazer uma parada e o restante conseguimos contemplar do carro mesmo.
Nossa parada foi em Bacharach, uma cidade pequena, na margem do rio com prédios históricos, ruinas, muralhas e um castelo no alto da cidade, o Burg Stahleck, que hoje abriga um albergue da juventude.



Encerramos também nossa aventura gastronômica, num dos melhores restaurantes que já achei até agora na Alemanha. Sabe aqueles restaurantes pequenos, com uma decoração típica, um ar totalmente caseiro, uma senhora super simpática e uma comida deliciosa...foi uma verdadeira refeição alemã. Então comemos tudo que tem direito, entrada, prato principal e sobremesa + vinho e cerveja!!!! E a sobremesa...(pausa) hummmmm...a sobremesa...um delicioso apfelstrudel com creme...recém saído do forno, com aquele perfume de maça...bom, vou encerrando por aqui, porque me deu água na boca e vou pesquisar nosso próximo destino.




Mainz

04/06 - Heidelberg / Mainz

Continuando nossa viagem, seguimos de Heidelberg até Maiz, também cerca de 01hr de viagem. Nosso amigo GPS sempre economizando nosso tempo.

Mainz cresceu a partir do acampamento militar romano, hoje é a capital do estado da Renânia - Palatinado e destaca-se como centro comercial para os vinhos do Reno. Um dos personagens mais conhecidos é Johannes Gutenberg, inventor da imprensa. A Kaiserdom é a maior atração de Mainz, uma catedral românica que continua intacta até hoje. Data de 1081, mas suas partes mais antigas são do século 11.
O belo Castelo Kurfürstliches, 1627 - Gutenbergplatz, Kirschgarten são lugares agradáveis de se passear e apreciar mais um pouco da cultura que sobreviveu à Segunda Guerra Mundial. Nessa cidade aproveitamos para relaxar, já que tínhamos mais tempo. então passeamos pelo praça do mercado, que estava lotada devido a feira de frutas, verduras, queijos, etc. E também uma volta pelas lojas. À noite fomos jantar próximo ao hotel, num restaurante italiano e não diferente dos outros dias, foi um desbunde...massa e vinho....outra delícia. Vale comentar aqui que esta refeições mais incrementadas variam de EUR 30 a 45 o casal, com vinho e até sobremesa. No almoço a média é de EUR 10,00 por pessoa com bebida.


Maiz é cortada por um dos rios mais importantes e famosos da Alemanha, o Reno, e nosso hotel nos contemplou com uma vista belíssima. Há vários tipos de passeios que podem ser feitos no Rio, até mesmo de um dia inteiro, que sai de Koblenz e vai percorrendo o Reno até Mainz.